My ancestors came from the Azores during the 1850's. Living in a state with a high Portuguese population (RI), this shouldn't even be an issue, but it is. Most of the settlers here came from the Azores, of which most are noticeably lighter complexion than mainland Portugal.
You really can't tell if someone is Portuguese just by looks here. My mother is blond haired, blue eyed, and has a very light complexion. She will tell a person she's "German" when confronted with disbelief as to being Portuguese. I on the other hand take after my father, dark hair, white in the winter, but always a deep tan in the summer.
Some of my favorite comments after telling someone I'm Portuguese are "You don't look Spanish". "Oh, I know a guy at work who's Spanish maybe YOU know him". "You speak good English", (It's all I speak). "Do you live in Fall River?" (A Massachusetts city with a high Portuguese population). "How do you pronounce your last name?" (It's Rose). I could go on and on!
While for the most part I'm not discriminated against; there have been times when I've gotten dirty looks while out with my wife, who's French. You can read their minds ("What's she doing with that SPIC!"), and once I was looking for an apartment during the summer, and when the agent met me she asked if I would not rather like an apartment on the other side of town (the side with the minority population).      It seems that people with lower intelligence are the ones to stereotype us (You know, the ones who go out of their way to avoid you and talk behind your back like your some kind of a freak). I think the problem has been too many people who are not fully Portuguese, but claiming to be so (Cape Verdeans, Brazilians, or other Black/Hispanic/White mixed cultures) have confused people as to what Portuguese really is. I've never considered myself Hispanic, nor do I know of any Portuguese person who does, but skin color goes a long way as to what people perceive you to be. I'm sure I'll always be a "spic" in peoples mind during the summer, while my mother will always be that "German lady". Add this to the confusion caused by our Government, some State agencies, and the overall different opinions by people, as to "what we are ", and you can see the problem is not likely to go away anytime in the near future. R.Rose Cumberland, RI
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(We kindly request our visitors to translate the following from Portuguese to English) Caros Senhores:
A propósito da questão "Hispanic or Portuguese," e depois de ler vários dos comentários disponíveis no vosso site, atrevo-me a enviar o seguinte comentário.
Ao dar um nome seja a que for desde logo se corre o risco de, após o seu uso se tornar generalizado, mais tarde ou mais cedo se perder, por completo esquecimento nas brumas do tempo, o contexto que preside à atribuição do nome.Quem saberá, hoje, explicar porque se chama TEJO ao Rio Tejo? Do mesmo modo há que reflectir sobre o que será ser "Hispanico"? Hispanico, Espanhol, porquê?
Os Antigos chamavam á península onde hoje se situa Portugal e a Espanha, mas também Gibraltar e Andorra (serão os Gibraltinos e os Andorranos Hispanicos?), IBÈRIA - os de tradição latina - porque a terra do Ebro, o primeiro grande rio a ficar sob o domínio Romano, ou SPANIA - os de tradição Fenícia ou Grega.
Ao conquistarem o restante território da Península (para além da zona do Ebro) os Romanos, conscientes que o topónimo Ibéria respeitava á área da actual Catalunha e Aragão, passaram a chamar ao conjunto da Gallécia, Lusitania, Bética e Tarraconense, HISPANIA. Desta circuntância resulta a actual sobreposição dos topónimos IBÉRIA e HISPANIA.
Com a derrocada do Império Romano a Península caí sob o domínio Visigótico, povo germánico por certo pouco conhecedor da toponimia do território conquistado, cujos reis aproveitaram o termo Hispania para definir o território sob sua jurisdição. Os topónimos são tão mais difíceis de "gerir" como a descrição que se segue.
Os Visigodos são desalojados da sua Hispania pelos Árabes, que, de imediato passam a chamar o seu novo território de AL Andaluz. É que os Árabes tinham anteriormente conquistado o Norte de África, o Magreb, em que se encontrava instalada outra tribo germanica, os Vândalos, que por sua vez para aí chegar haviam passado pela Península, razão porque as populações do outro lado de Estreito de Gibraltar diziam ser essa a terra de origem dos Vândalos. Temos, pois, três termos a considerar, a saber: IBÈRIA, HISPANIA e AL ANDALUZ.
Os reis cristãos que resistiram no Norte da Peninsula, nas Astúrias, sempre mantiveram a memória dos seus antepassados Visigodos como Reis (dominadores) da Hispania. Ao longo de todo o processo de Reconquista a aspiração de qualquer dos Reis da Península foi sempre e "reconstrução" do antigo Reino Visigótico como o único senhor da Hispania. Não conseguindo esse objectivo sempre se atribuiram o nome de REI, seguido do do território que dominavam, seja Astúrias, seja Navara, seja Galiza, Leão, Castela, Aragão, Catalunha, Valência. Um deles atribuia-se o título de Imperador, o Rei de Leão.
Uma vez que o título de Rei da Hispania só poderia ser detido por quem efectivamente dominásse todo o território da Península, tal só foi possível quando, em 1580, Filipe II, não de Espanha mas de Aragão e Castela, se tornou Rei de Portugal com o nome de Filipe I de Portugal.
Ao juntar as três Coroas, a de Aragão, a de Castela e a de Portugal, Filipe teve finalmente a possibilidade de se intitular o único soberano da Hispania, passando a Europa, por esse facto a conhecer o Rei dos três Reinos da Península como o Rei da Espanha. Adquirido um título é extremamente difícil a alguém, Rei ou não, renunciar a ele.
Com a revolta de 1640, Portugal coloca de novo no trono um Rei português, D. João IV, deixando, pois, Filipe IV de dominar o Reino português mas mantendo o título de Rei de Espanha.      Á volta desse equívoco se constroi o Estado Espanhol, dominando todos os Reinos Penínsulares, menos o de Portugal e Andorra.
Espanhóis são os cidadãos do Estado Espanhol, que falam quatro línguas oficiais, Castelhano (tida como a língua do Estado, daí Espanhol) Galaico-Português, Catalão e Vasco).
Do outro lado o Estado Português, falando o Português (Galaico-Português), Estado este em que não havia qualquer necessidade de impor uma língua, todos falávamos, e falamos, Português. O Estado Espanhol por sua vez tinha que impor o seu Castelhano contra as restantes línguas que aí se falavam, criando um conceito desconhecido no mundo da língua portuguesa, o conceito de "íngua imperial," "hablar el castellano es hablar la lengua del imperio."
Daqui a dificuldade de tratar o tema "Hispanic or Portuguese," é que Hispanic é um conceito formado na base do pressuposto de que quem está sob o domínio dos Estados que falam Castelhano fala Castelhano. Facto não verdadeiro em todos eles, em Espanha falam-se 4 línguas, no México várias, no Perú várias, etc..., etc...
Eu sou Espanhol, faço a diferença entre ser Espanhol e falar Espanhol, pois falo Catalão, ou Vasco, ou Galego.
Eu sou Português, ou Brasileiro, não faço a diferença de pertencer a esse Estado e não falar Português, pois inerente ao facto de o ser está a realidade de falar a língua.
Um abraço amigo, desculpem toda este palavreado. Virgílio Soares da Silva
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Mr Mira,      By an odd coincidence a question was posed to me today by a census taker, "Are you Hispanic?" My answer was spontaneous, "No" I'm fully aware that Portugal and Spain are the Iberian Peninsula and therefore their inhabitants are Hispanic, but psychologically, to me; an Hispanic is a Spanish speaking person from Central and South America. I am a Luso-American thereby, belonging to a sub-culture and proud of it. I feel no affinity with a Spaniard. Portugal was under Spain's yoke for 60 yrs. because of Sebastian's disappearance and lack of succession to the throne. They are two separate entities. That's my two cents for what it's worth. Wishing you well, Alice Botas
- One of the Lusiads (another point of view): www.angelfire.com/country/portugal/

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  • Updated:
    November 18, 2011