CRISTOVÃO COLON

Para terminar, o Dr. Luciano declarou que o célebre navegador, que toda a gente confunde com Cristopher Columbus, ou Colombo, era na realidade um Judeu Sefárdico Português de nome Cristofõm Cólon, ou Salvador Fernandes Zarco, nascido em Cuba, Alentejo, Portugal.

Esta declaração foi seguida com a ajuda dos diapositivos coloridos, que descreveram uma visita à biblioteca do Vaticano, onde observamos as duas Bulas do Papa Alexandre VI, de 3 e de 4 de Maio de 1493, nas quais vemos, nitidamente, o nome de navegador escrito assim: CRISTOFÕM COLON.

Devemos notar que Colombo quer dizer “pombo”, mas o navegador não foi pombinho nenhum! Depois, analisámos a Sigla do navegador, na qual eu lembrei o facto de Cólon em grego ser igual a Zarco em Judaico, explicando a razão do nome Salvador Fernandes Zarco. A seguir, para confirmar este nome, analisámos o monograma do mesmo navegador, decifrado por minha mulher, Sílvia, e conclui com a análise das últimas doze cartas que o célebre navegador escreveu ao seu filho Diogo Cólon, nas quais em TODAS elas podemos observar: (1) a Sigla, (2) Monograma e (3) a Benção em judaico.

O próximo diapositivo foi dedicado ao Cônsul de Bordéus em França, Aristides Mendes, que salvou da morte muitos milhares de indivíduos, dando-lhes vistos para passarem por Portugal durante a II Guerra Mundial, entre os quais faziam parte mais de dez mil judeus.

O último diapositivo foi a fotografia do actual Presidente da República Portuguesa, Dr. Jorge Sampaio, que foi democraticamente eleito pelo povo português, sendo ele descendente de judeus sefárdicos portugueses! Este é o melhor exemplo para que daqui por diante acabemos, duma vez para sempre, com as diferenças e invejas entre judeus, católicos e muçulmanos.

Há investigadores que dizem que cerca de sessenta por cento da população portuguesa tem sangue judaico. Pois os judeus já viviam em terras lusitanas cerca de dois mil anos antes de Cristo nascer! É por isso que os nomes portugueses baseados em vegetais, árvores, rios e montanhas são derivados de nomes judaicos! Consulte o seu próprio nome de família para verificar se tem ou não origem judaica!

“The New Colossus”

Poem by Emma Lazarus; it was inscribed on a tablet in the pedestal in 1903.



Not like the brazen giant of Greek fame,
With conquering limbs astride from land to land;
Here at our sea-washed, sunset, gates shall stand
A mighty woman with a torch, whose flame
Is the imprisoned lightning , and her name
Mother of Exiles. From her beacon-hand
Glows world-side welcome; her mild eyes command.
The air-bridged harbor that twin cities frame.

"Keep ancient lands, your storied pomp!" cries she
with silent lips. "Give me your tired, your poor
Your huddled masses yearning to breath free,
The wretched refuse of your teeming shore.
Send these, the homeless, tempest-tost to me,
I lift my lamp beside the golden door!"

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O RETRATO DE MIGUEL CORTE REAL
Por Manuel Luciano da Silva, Médico

Todas as honras desta grande descoberta vão direitinhas para o Doutor Américo da Costa Ramalho, Professor da Universidade de Coimbra e especialista em Cultura Helénica e Humanista, em Portugal.

Foi este académico que descobriu um elogio em latim, contemporâneo de Miguel Corte Real, escrito pelo poeta italiano Cataldo Sículo, que residia temporariamente em Lisboa e foi publicado na colectânea POEMATA, em 1502.

Nunca ninguém tinha analisado este poema em relação ao navegador Miguel Corte Real. Logo no começo da sua monografia, o Professor Costa Ramalho alerta-nos:

“Não há dúvida nenhuma de que se trata do famoso Miguel Corte Real e traz, pelo menos, um subsídio histórico para sua biografia, até hoje não aproveitado.”

O poema consta de quarenta e quatro versos dedicado a “michaele curie regalis”, ou seja, a Miguel Corte Real. Vamos rever a tradução do referido poema feita pelo Professor Ramalho: O título do poema é, como acima se disse, “Dedicado a Miguel Corte Real”.

Nos primeiros versos, o poeta expressa a sua “humildade poética”, mas ao mesmo tempo revela bem claro o nome do protagonista como sendo descendente dos famosos Corte Reais.

Diz o poema:

“Foge-me o talento e a eloquência, apodera-se de mim o terror, quando tento dizer os feitos de tão grande capitão.”

“É aquele que tem o nome do príncipe celeste dos cavaleiros e a quem os antepassados legaram o apelido de Corte Real.”

“Tudo quanto faz é digno de triunfos, digno de ser posto em tábua de cedro.”

‘Avô e bisavô o tornaram nobre pelo sangue. E ele os adorava em todas as virtudes.”

“Ele tudo realiza, segundo o pensamento de quem lho ordena (o Rei).”

“Cavaleiro ilustre, ora actua como soldado, ora veste armas ligeiras. Em qualquer caso, a sua presença significa victória.”

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  • Updated:
    November 18, 2011